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Plano de saúde x atendimento particular: como equilibrar a agenda

Entenda a importância das duas formas de atendimento para fazer uma boa gestão do seu consultório

Segundo o Instituto de Estudos de Saúde Complementar (IESS), divulgado através da Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB), o mercado de planos de saúde médicos-hospitalares registrou em agosto deste ano crescimento de 0,4% com mais de 190 mil novos contratos. Ou seja, o melhor saldo mensal desde outubro de 2017. Apesar do número tímido, é um grande avanço para quem trabalha diariamente na captação de novos usuários.


Com mais consumidores aderindo aos planos de saúde, os consultórios e hospitais também recebem um fluxo maior de pacientes nessas condições. Mas, como manter o negócio no azul equilibrando os atendimentos feitos através das operadoras dos planos e as consultas particulares? Entender a importância desses dois tipos de modalidade é fundamental para o sucesso do serviço prestado.


Enquanto o atendimento particular é mais livre de burocracias e documentação, o plano de saúde requer mais processos administrativos. Entretanto, os convênios podem ser uma ótima opção para médicos em início de carreira, já que ainda não conquistaram uma carteira fixa de pacientes.

O primeiro passo é analisar e dividir as consultas com o que traz mais retorno. Como, na maioria dos casos, as consultas particulares se sobressaem na receita, que tal fazer uma proporção de 70% para elas e 30% para os convênios? Caso sinta que em um determinado mês, os atendimentos particulares diminuíram, para manter sempre a agenda estável, invista mais nos planos de saúde. Ou seja, é sempre importante analisar o momento atual em que está inserido para tomar a melhor decisão.


Atendimento igual faz a diferença

Quantas vezes ouvimos falar que certos médicos atendem um paciente particular e um paciente conveniado de forma diferente? Tratar da mesma forma é uma obrigação do profissional, já que os papéis podem se inverter rapidamente, além da reputação do médico ser colocada em jogo.


Um simples “não atendemos convênio”, quando a clínica recebe uma ligação ou e-mail, é passível de processo. Ou seja, treine bem sua equipe e organize bem a sua agenda, para que não haja constrangimento aos pacientes.


Glosas médicas x impacto financeiro

Segundo a Agência Nacional de Saúde, as glosas médicas e hospitalares configuram o não pagamento de consultas, atendimentos, medicamentos, materiais por planos de saúde. Na maioria das vezes, as glosas ocorrem devido a problemas no processo de faturamento dos consultórios, clínicas e hospitais.


Procedimentos administrativos feitos de maneira errada, como guia preenchida incorretamente, a não comunicação de pedidos, além da não coerência de processos técnicos, como incompatibilidade de exames a um determinado tratamento, são fatores que propiciam o surgimento da glosa, que é bastante determinante a saúde financeira do médico.

Como evitar o problema

Conheça todas as exigências: nesse momento é primordial entender que cada operadora de plano de saúde tem suas regras e tipos de autorização próprios. Estar atento de como o processo deve ser conduzido com cada uma é fundamental para que não haja problemas com o convênio. Muito comum o médico não se atentar a exigências feitas no fechamento do contrato e ter problemas sérios que interferem diretamente no faturamento.


Invista na tecnologia: uma das melhores formas de evitar e diminuir erros na escrita para procedimentos e medicamentos é o uso de prontuários eletrônicos. Com ele, é possível organizar e controlar de maneira simples e prática tudo o que envolve o consultório. Assim você automatiza processos e tem um padrão para tudo o que é realizado no consultório ou clínica. Além dele, há ainda softwares e aplicativos que auxiliam numa melhor gestão de recursos.


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